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Justiça de SP aceita queixa-crime de Olavo contra Marco Antonio Villa por xingamento de ‘pornofilósofo’
Guru bolsonarista reclama de adjetivos usados pelo historiador, como ‘marginal’ e ‘canastrão’
O Tribunal de Justiça de São Paulo aceitou queixa-crime de Olavo de Carvalho contra o historiador Marco Antonio Villa. O guru bolsonarista acusa Villa de injúria, calúnia e difamação por tê-lo chamado de “pornofilósofo”, marginal, traidor da pátria e falastrão em entrevistas e vídeos.
Na primeira instância, a juíza Aparecida Angelica Correia rejeitou a queixa-crime, decisão que foi reformada pelos desembargadores da 8ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo. Com a decisão, eles reconheceram a admissibilidade da acusação, mas ainda não julgaram o mérito.
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