Devassa de Moraes no entorno de Bolsonaro gera dúvida sobre legalidade, dizem especialistas
PGR se manifestou em 2022 pela nulidade de provas; criminalistas afirmam que princípios devem ser obedecidos
16.mai.2023 às 18h23
SÃO PAULO A exposição de detalhes da rotina do gabinete do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a partir de uma série de quebras de sigilo determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), gera dúvidas sobre a legalidade da medida.
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Juíza federal aposentada do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), a advogada criminalista Cecília Mello afirma que o descumprimento de regras expõe a investigação.
“Caminhar em uma repetição das práticas lava-jatistas é expor ao insucesso a apuração de fatos que, sim, podem ser graves, mas não devem ser confundidos com posições e interesses políticos. No episódio Lava Jato, o STF atuou como guardião do processo penal constitucional. E agora, quem será o guardião?”, diz.
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Confira a íntegra na Folha de S.Paulo
